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Informação do Curso

1ª Edição Corporate Finance 2011

Luanda, 25 e 26 de Outubro de 2011

Finanças


Programa

25 de Outubro de 2011

8.30–9.00 Recepção dos Assistentes

9.00–9.30 Inauguração do Congresso pelo Presidente de Jornada

INICIATIVAS DE OPTIMIZAÇÃO DA GESTÃO FINANCEIRA

9.30–10.30

O CFO no actual Contexto Económico Angolano: como definir um modelo operacional adaptado aos requisitos dos mercados emergentes

  • Indicadores críticos que um CFO deve ter em conta quando opera em economias emergentes
  • Identificação e avaliação dos riscos: cambial, taxa de juro, matérias-primas, etc.
  • Que medidas devem tomar as empresas para proteger-se dos riscos financeiros, legais e especulativos nestes mercados
  • Indicadores que permitem ao CFO saber qual a melhor estratégia a seguir

Dr. Júlio Pitra - Controller Técnico - ESCOM

10.30–11.30

Como Maximizar a Eficácia do Controlo de Gestão para conseguir uma maior redução dos custos operacionais

  • De que modo um controlo orçamental adequado pode garantir o cumprimento do Plano Estratégico e o aumento da rentabilidade
  • Quais as técnicas mais eficazes para identificar, controlar e reduzir custos
  • Quais os factores críticos a ter em consideração para ajustar ou alterar a estratégia financeira e evitar perdas para a empresa
  • De que modo as perspectivas macroeconómicas influenciam o trabalho da gestão financeira no desenvolvimento do Business Plan
  • Que metodologias de custeio se adequam mais a cada negócio para o controlo de resultados
  • Como identificar factores de criação de valor na empresa

Dra. Berta Maia - Directora Financeira - EFACEC ANGOLA

11.30 Coffee-break

12.00–13.00

Controlo e Auditoria Interna: prevenir a fraude interna mediante processos internos de controlo e auditoria

  • Estratégias para assegurar de forma mais eficiente os processos de auditoria e controlo internos – prevenção da fraude interna
  • Lições a tirar de recentes escândalos financeiros – que pode fazer o CFO para evitar estas situações?
  • Modelos e ferramentas de governance que permitem melhorar as políticas e procedimentos de gestão

Dra. Natália Miguel - Responsável do Controlo Financeiro - SONATIDE MARINE

13.00 Almoço

14.00–15.00

Como gerir e controlar a implementação de um Rolling Forecasting como sistema integrado de planificação e gestão de orçamentos

  • Quais os benefícios que supõe a implementação do Rolling Forecast no Corporate Finance
  • Como compatibilizar o processo orçamental com a disponibilidade da informação financeira e operativa da empresa
  • De que modo este sistema melhora a capacidade de previsão e a identificação de actividades operativas que influenciam os resultados financeiros
  • Como contribui o Rolling Forecast na gestão de risco da empresa
  • Que informação proporciona aos analistas sobre as empresas interessadas em entrar na futura Bolsa de Valores de Angola
  • De que modo os Rolling Forecasts podem ser utilizados como instrumento de gestão da credibilidade e reputação da empresa

Dr. José Romeiro - Director de Finanças e Controlo - CABIRE GROUP

15.00–16.00

Plano de Viabilidade Económica: como detectar os indicadores de êxito ou fracasso do projecto

  • Como estruturar uma análise prévia aos processos de investimento, fusão, aquisição, etc.
  • Quais os factores críticos de viabilidade económica a ter em conta
  • Que impacto têm as taxas de juro na financiação das corporações
  • Como realizar uma adequada análise de desvios

Dr. Angelo Machado - Director Financeiro - IMOGESTIN, S.A.

16.00 Coffee-break

16.15–17.15

NOVAS OPORTUNIDADES COM AS PPPs

  • Como implementar um modelo adequado de Project Finance
  • Muitas empresas falham na avaliação de custos operacionais, de financiamento e de retorno nas PPP. Porquê e quais os erros a evitar?

INTERVENÇÃO ESPECIAL

Eng.º Mário Pires - Director do Gabinete Técnico de Apoio às PPPs - MINISTÉRIO DA ECONOMIA DE ANGOLA

17.15 Sessão de perguntas e respostas aberta a todos os assistentes


26 de Outubro de 2011

8.30–9.00 Recepção dos Assistentes

9.00–9.30 Abertura da Sessão pelo Presidente de Jornada

9.30–10.30

COMO DESENVOLVER UMA GESTÃO DE RISCO INTEGRADA PARA GARANTIR A SEGURANÇA OPERACIONAL

  • Estratégias de mitigação de riscos nas suas diferentes vertentes – como adaptar os procedimentos de gestão de risco aos condicionalismos do negócio e dinâmica de mercado
  • Implementar modelos de Risk Governance, com base numa estrutura financeira integrada de gestão de risco
  • Modelos de controlo risco

Dra. Carolina Rodrigues - Gestora - ESTPOR - ELECTRICIDADE E AUTOMOÇÃO INDUSTRIAL, LDA.

10.30–11.30

TESOURARIA, LIQUIDEZ E CASH MANAGEMENT

  • Como Reduzir Custos e Maximizar Receitas com uma Gestão eficiente do CASH FLOW
  • Como gerir o cash flow através da redução de custos e maximização de receitas
  • Estabelecimento de objectivos de liquidez, rentabilidade e riscos
  • Como administrar os fluxos de caixa, os fluxos de cobrança e os fluxos de pagamento
  • Pontos-chave relativas às questões de liquidez e endividamento
  • A capacidade financeira da empresa junto das entidades bancárias
  • Na falta de recursos, como agir

Dr. Bruno Martins - Supervisor Financeiro - CIMERTEX ANGOLA

11.30 Coffee-break

12.00–13.00

Best Practices de Cash Flow International: qual a melhor forma de gerir os excedentes de tesouraria e instrumentos disponíveis

  • Como realizar a Centralização de Tesouraria Intra-Grupo: Cash Pooling
  • O Cash Pooling International e as suas implicações fiscais
  • Como gerir a liquidez global em função dos diferentes interesses
  • Colocação de excedentes de tesouraria e dos instrumentos disponíveis
  • Gestão das relações bancárias no âmbito da gestão financeira da tesouraria
  • Impacto da nova lei cambial no processo de transacções internacionais

13.00 Almoço

14.00–15.00

Como equilibrar a flexibilidade que esperam os clientes com a eficiência do controlo de crédito requerida pela empresa

  • Como reduzir de forma eficiente o custo associado à cobrança de dívidas/morosidade
  • Como definir os níveis de risco de crédito e de morosidade que a empresa pode assumir
  • De que modo pode reduzir os custos financeiros e atingir um Credit Management eficaz
  • Instrumentos de gestão de cobranças mais eficientes
  • Como gerir o Prazo Médio de Recebimentos

Dr. Joaquim Nanicumpovela - DFC/DC Accountant - SONANGOL GÁS NATURAL

15.00–16.00

Best Practices de REPORTING FINANCEIRO num contexto de adesão às normas IFRS: como obter vantagens competitivas

  • Pautas que regulam a boa execução do Reporting Financeiro: o que se deve e o que não se deve fazer num relatório de resultados
  • Técnicas mais eficientes de análise de desvio
  • Importância da sua implementação de acordo com as normativas internacionais do IFRS (International Financial Reporting Standards)
  • Qual o impacto da adesão das empresas angolanas às normativas IFRS na gestão financeira

16.00–16.45

ESTRATÉGIAS ORIENTADAS PARA A CRIAÇÃO DE VALOR De que modo os CFOs se podem converter em agentes efectivos de mudança e alcançar uma optimização do desempenho

  • Como conciliar a sua actividade com outras áreas de negócio de modo a conduzir a um crescimento estratégico e de mudança
  • Como melhorar a capacidade organizativa, simplificar e analisar informação relevante através de um modelo integrado que conjuga os componentes financeiros, peracionais e de mercado

Dr. Rui Fernandes - Responsável Direcção Financeira, Sistemas de Informação e Controlo de Gestão - AMORIM REVESTIMENTOS UNIDADE DE NEGÓCIOS (CORTICEIRA
AMORIM S.G.P.S.) PORTUGAL

16.45–17.15 MESA REDONDA

O papel do CFO no desenvolvimento e crescimento da organização

  • De que modo a performance do CFO influi na tomada de decisão e se reflecte nos resultados da empresa
  • Como criar valor de forma transversal a todas as divisões de negócio
  • Quais as novas responsabilidades perante uma conjuntura de instabilidade económica e abertura ao mercado internacional
  • Qual o papel do CFO no processo de internacionalização e de reestruturação estratégica
  • Como avaliar as implicações do novo quadro regulamentar de investimento estrangeiro na planificação orçamental e financeira

17.15 Encerramento do Corporate Finance 2011


27 e 28 de Outubro de 2011 - SEMINÁRIO: PLANIFICAÇÃO ESTRATÉGICA

QUAIS AS PRINCIPAIS DIFICULDADES NO MOMENTO DE DEFINIR A PLANIFICAÇÃO ESTRATÉGICA

Que problemáticas podem encontrar as empresas quando elaboram o Plano Estratégico e como superá-las

  • Quais os elementos que devem estar na base do seu plano estratégico
  • Que ferramentas estão a ser utilizadas para melhorar a Planificação Estratégica
  • Que problemática rodeia o desenvolvimento do Plano Estratégico
    - Estabelecimento de objectivos não realistas. Atrasos. Má comunicação da estratégia aos Recursos Humanos. Falta de compromisso e implicação dos Recursos Humanos na estratégia
  • Planificação Estratégica em Ambiente de Crise

CASO PRÁTICO

Analisar os problemas práticos no desenvolvimento da planificação estratégica. Prioridades /desafios – as vantagens competitivas para definição da direcção do negócio

COMO ESTABELECER A ESTRATÉGIA INTEGRAL DE NEGÓCIO

Como desenvolver uma estratégia global que dê conteúdo à missão e visão da empresa: fase de fixação de objectivos

  • Como estabelecer a visão e a missão da empresa
  • Como definir o tipo de produtos e mercado ao qual nos queremos dirigir
  • Como determinar os critérios de gestão que devemos seguir
    - Comerciais. De produção. Financeiros. De pessoal
  • Como fixar os objectivos e metas a alcançar

Fase de Avaliação Interna: como identificar as debilidades e forças, ameaças e oportunidades da situação actual para definir a estratégia

  • Quais são os aspectos negativos e positivos da gestão actual e/ou interna
  • Quais são os aspectos negativos e positivos da gestão futura e/ou externa
  • Em que vantagens se baseia a nossa posição competitiva
  • Que acontecimentos podem ocorrer no futuro em ambientes de elevada incerteza
  • Como identificar a nossa vantagem competitiva sustentável

COMO DESENVOLVER O PLANO ESTRATÉGICO AO LONGO DO TEMPO E VINCULAR OS OBJECTIVOS COM AS TAREFAS DIÁRIAS

Como definir os planos de acção e os recursos de cada área e como vão contribuir para atingir os objectivos estratégicos da empresa

  • Estabelecer e comunicar a estratégia
  • Como preparar os programas: como planificar e distribuir os diferentes planos de acção no tempo
  • Definir objectivos e proporcionar feedback
  • Como quantificar os planos de acção mediante a elaboração do orçamento
  • Métricas dos cenários alternativos

Como fomentar o envolvimento e compromisso efectivo dos Recursos Humanos para conseguir um arranque e implementação estratégica participativa

  • Quem está directamente implicado na elaboração do Plano Estratégico
  • Como implicar a empresa na estratégia, a todos os níveis, para conseguir uma implementação estratégica participativa
  • Alinhar os objectivos pessoais e dos departamentos com a estratégia

CASO PRÁTICO

Como traduzir a estratégia em acção - desdobramento de objectivos

Fase de Avaliação Externa: como analisar a situação da concorrência actual e potencial, clientes actuais e potenciais e fornecedores

  • Qual a posição competitiva relativa e a estratégia dos principais concorrentes por unidade de negócio
  • Que novos concorrentes podem aparecer no mercado e qual pode ser a sua estratégia e posição competitiva
  • Qual é a capacidade de negociação dos clientes actuais e quem podem ser os clientes potenciais
  • Qual é o poder de negociação dos nossos fornecedores

Como aplicar os modelos de simulação de cenários para conhecer a incidência dos possíveis desvios

  • Que informação é necessária para criar cenários
  • Qual é a influência dos diferentes ambientes económicos nos resultados
  • Qual é o impacto do ambiente nos diferentes planos de acção

A DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA INTEGRAL DE UM NEGÓCIO INTERNACIONAL

  • A empresa, a missão e a cadeia de valor
  • O projecto – caracterizarão
  • O projecto e a sua estratégia
    - Estudo de mercado e a tomada de decisão. Os aspectos técnicos. A Actividade de Trading e Logística – supply chain; actividade comercial. O Plano de investimento. O Business Plan – a análise do projecto; a matriz de inputs e a adopção de critérios objectivos. A aprovação interna do projecto. O financiamento. A conclusão e o início da actividade

COMO GERIR E TORNAR OPERATIVA A IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA

Porque motivos fracassam as empresas no momento de implementar a sua estratégia e como superar essas dificuldades

  • Como unir a implementação estratégica com a medição dos objectivos traçados
  • Que problemática rodeia a implementação estratégica e quais são as novas ferramentas para melhorar a sua implementação

Como articular a estratégia a longo prazo com a estratégia a curto prazo para obter os resultados previstos

  • Como vincular os objectivos de negócio às actividades correntes
  • Como conseguir que a estratégia operativa seja comunicada e compreendida por toda a organização
  • Como conjugar objectivos pessoais e incentivos com os objectivos a longo prazo que define a estratégia
  • Como impulsionar a mudança cultural e a criação das capacidades essenciais para o êxito da estratégia

Como adaptar os indicadores de gestão à estratégia de cada negócio

  • Como se seleccionam os indicadores de gestão para garantir a obtenção dos objectivos propostos

CASO PRÁTICO

Utilização de drivers de negócio para focalização da equipa de gestão / tableau de bord do negócio

COMO AVALIAR A IMPLEMENTAÇÃO EFECTIVA DA ESTRATÉGIA

Como medir a eficácia da estratégia, tanto ao nível macro da companhia como no seu arranque

  • Como se realiza o controlo estratégico para evitar que se produzam desvios
  • Como prevenir desvios sobre os objectivos marcados
  • Como eliminar possíveis atrasos na implementação de acções estratégicas
  • Quando se deve efectuar uma revisão e renovação dos objectivos marcados como parte da estratégia

De que modo a implementação de um modelo de gestão estratégica integral fomenta a partilha do conhecimento estratégico e impulsiona a transformação da empresa

  • Como contribui o BSC para criar um ambiente favorável à transmissão e intercâmbio do conhecimento

CASO PRÁTICO

Acompanhar os objectivos: aprendizagem/sucesso

Os Assistentes serão recebidos no 1º dia às 8.00 h. O evento terá início às 8.30 h., terminando aproximadamente às 17.30 h.

Oradores

Dr. Angelo Machado

Dtor. Financeiro

IMOGESTIN, S.A.


Dra. Berta Maia

Dtora. Financeira

EFACEC ANGOLA

»Ver CV

Dr. Bruno Martins

Supervisor Financeiro

CIMERTEX ANGOLA

»Ver CV

Dra. Carolina Rodrigues

Gestora

ESTPOR - ELECTRICIDADE E AUTOMOÇÃO INDUSTRIAL, LDA.

»Ver CV

Dr. Joaquim Nanicumpovela

DFC/DC Accountant

SONANGOL GÁS NATURAL


Dr. José Romeiro

Dtor. de Finanças e Controlo

CABIRE GROUP


Dr. Júlio Pitra

Controller Técnico

ESCOM

»Ver CV

Eng.º Mário Pires

Dtor. do Gabinete Técnico de Apoio às PPPs

MINISTÉRIO DA ECONOMIA DE ANGOLA


Dra. Natália Miguel

Resp. do Controlo Financeiro

SONATIDE MARINE


Dr. Rui Fernandes

Resp. Direcção Financeira, Sistemas de Informação e Controlo de Gestão

AMORIM REVESTIMENTOS UNIDADE DE NÉGOCIOS (CORTICEIRA AMORIM S.G.P.S.) PORTUGAL

»Ver CV

Porque deve assistir

Razões que fazem do CORPORATE FINANCE 2011 um Encontro único

  • Conheça as Metodologias e Processos que farão de si um ELEMENTO INDISPENSÁVEL no apoio à direcção estratégica
  • Saiba quais as MUDANÇAS ESTRUTURAIS que devem ser implementadas para adaptar-se às novas Leis Cambiais e Fiscais
  • Obtenha um RENDIMENTO ÓPTIMO com uma gestão financeira INTEGRADA
  • REDUZA CUSTOS com um CONTROLO ORÇAMENTAL adequado
  • PREVEJA com mais exactidão os RISCOS que ameaçam o crescimento da Organização
  • Defina soluções para colmatar a FALTA DE RECURSOS
  • MINIMIZE os custos associados à GESTÃO DE CRÉDITOS

Quem deve assistir

Evento INDISPENSÁVEL para:

  • Chief Financial Officer
  • Director Financeiro
  • Controller
  • Director Administrativo
  • Gestor de Risco
  • Responsável de Tesouraria
  • Responsável de Fiscalidade
  • TODOS os cargos com funções de Gestão, Controlo e Análise Financeira

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Colaboradores

Media Partner:

Local e Preços

HCTA - Hotel de Convenções de Talatona


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